O modo como me expresso em relação a esta epoca do ano é bastante distante do da minha familia.
Não vejo qualquer utilidade na celebração do Natal, na base da minha razão não posso apresentar qualquer tipo de argumentos firmes que me levem a desejar dizer-vos que não o celebro porque tenho razões para não o fazer.
As minhas razões transcendem o mundo comum onde as pessoas normais que se cruzam diariamente vivem, e é isso que as torna minhas por completo. No mundo onde vivo não existe Natal, pois no mundo dos pensamentos e ideias onde acento e me encontro apenas faz com que eu dé aso a criatividade e a ideias sem sentido algum. Acreditar em algo que não tenho razões para querer seria o mesmo que morrer em vida, no pouco movimento que acontece no sitiu onde vivo, prefiro olhar simplesmente para as pessoas que alegremente a celebram como algo magico. Nunca conseguirei ver o Natal como algo unico. Por cada frase que me dizem surgem na minha cabeça 1000 perguntas e é em tentar responder ás mesmas que me centro. Admito que sentirei saudades quando um dia as pessoas não o celebrarem mais, mas as minhas saudades são algo que não compreendo que me deixa confusa na minha própria confusão.
Existem sentimentos que o proprio homem não consegue explicar. Olhar para fora de mim mesma faz com que encare o mundo com diferentes prespectivas que me ajudam a reflectir sobre o mundo e sobre mim, pois não existe nada mais triste que um louco sem locura.
domingo, 25 de dezembro de 2011
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